Para ilustrar a excelente matéria do amigo Dassler Marques, fiz as fotos que a equipe do Terra transformou em galeria.
Confira o simpático senhor Nelson, barbeiro em plena atividade aos 75 anos, na cidade de Santa Bárbara d'Oeste.
A matéria:

Chama a atenção a calçada da fama com vários atletas famosos, mas sem a pegada de Diego Maradona. Logo na entrada, uma estátua do baixinho deles com um shorts balonê típico do futebol oitentista. A bilheteria do Museu de la Pasion Boquense confunde-se com o caixa do gift shop, e acabei comprando souvenirs antes do tour (dica boa para salvar alguns pesos, afinal depois de tudo o que se vê, o espírito consumista é inflado por tudo o que leva azul escuro e amarelo-ovo). Pela visita ao museu + splash-and-go no estádio (há a visita completa por vestiários, sala de imprensa e camarotes, mas estava fechada), 25 pesos por cabeça - preço razoável em tempos de câmbio a 2 para 1.
Impressiona a quantidade de estrelas, cada uma com o nome de um jogador que vestiu a camisa do clube. Os painéis com uniformes históricos aguçam a apetite dos colecionadores de camisas com raridades como a primeira utilizada, branca e preta, e a réplica das décadas de 40 e 50 com a polêmica faixa diagonal amarela. Uma maquete do bairro de La Boca tem personagens animados que mostram o dia-a-dia e contam a história do local, antiga sede dos estivadores. Há um espaço dedicado ao elenco atual, e o que deixa a desejar são os objetos históricos: apenas algumas camisas antigas e quadros, com poucos objetos curiosos como há, por exemplo, no museu do Santos. O Peixe, aliás, é representado com o item mais interessante da coleção: uma camisa de Pelé utilizada em 1963.
Chegando à arquibancada, pode-se perceber o quão único é o estádio. Parece até menor que quando visto na televisão (efeito exatamente contrário do comum, quando tudo parece maior ao vivo - experimente ir ao Maracanã para ter uma idéia da sensação). As arquibancadas são sim incrivelmente altas e mais parecem um prédio - ou as paredes de uma caixa de bombons, como se convencionou dizer. Pode-se até pagar para tirar uma foto segurando a taça do Mundial Interclubes e usando uma faixa de campeão. Legal mesmo é assinar o nome na parede, que serve de recordação para os brasileiros - não identifiquei rabiscos em nenhum outro idioma, o que nos faz pensar se isso é realmente permitido.







O coordenador do projeto, Vander Batistella, revelou que serão sorteadas camisas oficiais dos goleiros Marcos (Palmeiras), Ronaldo e Felipe (Corinthians), Magrão (Sport) e Rogério Ceni (São Paulo). Além disso, haverá prêmios em dinheiro (R$ 1 mil, R$ 500, R$300 e R$200).
Em três anos de atividades, o projeto já atendeu aproximadamente 600 alunos. Atualmente cerca de 120 alunos, três vezes por semana, treinam e desenvolvem habilidade na posição.



Histórico não só por sua tradição de fatos e acontecimentos como também pelos nomes que apresentou ao longo do tempo, o Brasileirão se orgulha de ter sido o palco de exibições de gala protagonizadas por garotos, como os cinco gols fenomenais de Ronaldo sobre o Bahia em 1993, a estreia aquática do ensaboado Pato em um chuvoso Palestra Itália em 2006 ou até mesmo a guerra vencida sob o comando do cadete com espírito de comandante Anderson, na Batalha dos Aflitos em 2005.
Quem tem despedida marcada para o meio do ano é Thiago Neves, que pode ser acompanhado por Fred, que mal chegou. Maicon, que tem entrado bem e feito gols importantes, aguarda ansiosamente uma chance, assim como Alan. Wellington, meia da seleção sub-17, dificilmente será aproveitado nos profissionais nesta temporada. Ainda no Rio, o Flamengo terá a confirmação do xará Wellinton, zagueiro do Brasil sub-20, em substituição ao recém-aposentado Fábio Luciano, e o Botafogo aposta em nomes que aparecem bem, como o lateral-esquerdo Gabriel – além do já experiente goleiro Renan.