O evento contou também com a apresentação do novo técnico do Guaratinguetá para a Série B do campeonato brasileiro. Edinho ex-zagueiro do Fluminense e da seleção brasileira, assinou contrato até o final do ano com o objetivo de manter a equipe na segunda divisão nacional. "Esperamos terminar o ano de forma tranquila, já projetando a temporada de 2011 em Americana", afirmou o novo treinador.
De acordo com o diretor executivo Cândido Neto, que intermediou as negociações, as conversas com o proprietário do clube começaram há sete meses e várias cidades demonstraram interesse, mas Americana apresentou a melhor proposta. As vantagens oferecidas por Americana em relação a Guaratinguetá foram apontadas como principais motivos para a mudança.
“O grande trunfo pelo qual nós mudamos de sede é exatamente economizarmos na estrutura para investirmos na equipe profissional. O Guaratinguetá Futebol cresceu, mas a cidade de não acompanhou esse crescimento. Americana nos ofereceu condições de desenvolvermos nosso trabalho que Guará não nos oferece hoje, e por isso estamos aqui”, disse o coordenador técnico de futebol, Ricardo Navajas.Questionado sobre quais seriam tais vantagens, Navajas citou a proximidade do poder público como fator fundamental na escolha da nova sede. “Pessoas influentes que tenham acesso ao governo do estado e ao governo federal facilitam. Qual é o prefeito que não gostaria de ter em sua cidade uma equipe na primeira divisão do campeonato paulista e na Série B do Brasileiro?”, afirmou, citando o prefeito de Americana, Diego de Nadai, filiado ao mesmo partido do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
De Nadai, por sua vez, afirmou que a contrapartida da cidade será apenas apoiando a equipe, sem aplicação de valores. “Sabemos que não se pode investir nenhum dinheiro público nessa área, então a prefeitura irá auxiliar politicamente, buscando patrocinadores e parceiros para investirem no clube”, emendou.
Durante seu pronunciamento, o presidente José Eduardo Ferreira errou por duas vezes o nome da equipe, chamando o Americana de Guaratinguetá. Agradecendo o apoio da cidade, disse que o objetivo do novo time é disputar títulos. “Queremos alçar vôos mais altos, revelar grandes jogadores e incomodar os grandes”, disse.
A mudança será realizada somente ao final do campeonato brasileiro da Série B, disputado pelo Guaratinguetá. Segundo Navajas, existe a possibilidade de os jogos restantes do time como mandante serem disputados em outro local. “Se hoje nós temos 400 pessoas torcendo contra em Guará, vamos parar? Claro que não. Qual o problema de jogar em Americana?”, disse, sem confirmar ou desmentir a possibilidade de o Guaratinguetá mandar jogos na Arena Barueri até o final do ano, conforme comentado durante o evento.
Distintivo e uniforme: inspiração nos Estados Unidos
Durante a apresentação da nova equipe, foram divulgados o distintivo, o uniforme e o mascote do Americana Futebol, que terá as cores da bandeira do município (azul, branco e vermelho), fundado por imigrantes norte-americanos.
A ligação com a história da cidade, entretanto, para por aí: o escudo tem fortes inspirações nos Estados Unidos. As cinco estrelas remetem às 50 estrelas da bandeira norte-americana, representando os estados daquele país. As listras verticais em branco e vermelho são 13, mesmo número presente na bandeira estadunidense, e que representam as treze colônias que lutaram pela independência do país.A águia, mascote do clube e também presente no distintivo, foi escolhida por ser o animal símbolo norte-americano. Segundo o diretor executivo Cândido Neto, o nome da mascote, “Zé Merica”, é uma homenagem aos dois países. “Fazemos uma alusão à união entre o futebol brasileiro, representado pelo ‘Zé’, nome mais comum por aqui, e o ‘Merica’, que lembra o nome ‘América’, pelo qual os Estados Unidos são conhecidos”, explicou.

O uniforme, por sua vez, não possui a cor vermelha presente no escudo: é predominantemente branco, com faixa em azul nos ombros e detalhes em amarelo, com calções azuis e meiões brancos. Já a camisa reserva é invertida, com predominância do azul, faixa branca e detalhes em amarelo, calções brancos e meiões azuis. Curiosamente, lembra também as cores do uniforme da seleção de futebol dos Estados Unidos.
O Manchester United buscou Rhain Davis na Austrália aos nove anos, graças a vídeos do garoto no Youtube; no ano passado, o Al Gharafa, do Catar, passou a contar com Leozinho, filho de SETE anos de Leonardo Vitorino, técnico dos juniores da equipe, em sua escolinha oficial. E em um dos casos mais famosos, a Roma selecionou em 2008 o carioca Caio Werneck, de nove anos, em uma clínica em Petrópolis.




Se você tem mais de 20 anos, certamente irá se lembrar, mas se tiver menos, pergunte ao seu pai, tio ou avô o motivo de, antigamente, eles irem ao estádio cerca de duas, até três horas antes do jogo. As preliminares em que os times de aspirantes se enfrentavam eram uma atração à parte e serviam como apresentação inicial à torcida de craques do futuro – grande parte da mística do Maracanã vem daquela época, em que gente como Bellini, Vavá e Garrincha era ainda desconhecida.
No pouco tempo de vida, a Copa Sub-23 já é responsável por recuperar Renan Ribeiro, alçado à titularidade no gol atleticano por Dorival Junior, e por dar visibilidade a nomes pouco conhecidos pelo público geral, mas já bastante seguidos por quem acompanha o dia-a-dia da base, como Eduardo Sasha (justamente do Inter) e Lipe (Vasco).



Sem espaço no Azuis Reais (assim como aconteceu com Özil), Holtby – que já havia sido emprestado no primeiro semestre, ao Bochum – chegou com status de capitão da seleção sub-21 e logo foi escalado como armador por Tuchel em seu 4-3-1-2, que rendeu vitórias convincentes sobre Stuttgart (2x0), Wolfsburg (4x3) e Kaiserslautern (2x1) nas rodadas iniciais. O camisa 18 anotou uma assistência por partida e foi fundamental para que a equipe vermelha assumisse a liderança da Bundesliga pela primeira vez em sua história de 105 anos.
Para os mais desavisados, Schürrle não é tão cara nova assim: na temporada passada, atuou em 25 partidas e somou cinco gols e três assistências, passando a ser constantemente convocado para a seleção sub-19. Veloz, de bom posicionamento e habilidoso, não é apenas um matador caneludo. Já no início do campeonato, seu destino está traçado – foi contratado na semana passada pelo mesmo Schalke 04 que emprestou Holtby, pelo valor de 4 milhões de euros, e irá mudar de casa ao término da Bundesliga.






Mais que a aparente sensação de impunidade que permeia as atitudes recentes de Neymar, como se a qualidade técnica justificasse a blindagem e as passadas de mão na cabeça, o que chama a atenção é o fato de este não ser episódio único no Santos. A insatisfação de Dorival Júnior com a multa aplicada após a discussão na partida contra o Atlético-GO, pedindo gancho de 15 dias e até mesmo, segundo informações ainda desencontradas, cogitando abandonar o comando do time, só mostra que há algo de podre no reino da Vila Belmiro.
Mas o que fazer? Estabelecer o início da prática esportiva de rendimento em uma idade específica? Uma ideia interessante é a defendida pelo autor Fabrício Moreira, que cita a realização de festivais de futebol ou ligas, ambos de duração mais curta que os campeonatos, com número maior de participantes e de caráter mais lúdico para os participantes, promovendo em breve uma renovação e também uma ampliação do alcance do futebol. cabe às federações e clubes adotarem (ou ao menos testarem) a medida, muito comum em países da Europa. Com a palavra, os principais interessados: clubes, técnicos, empresários e pais.
Centenário que pareceu fazer bem ao Timão: após altos e baixos nas últimas semanas, duas vitórias em casa, uma delas num convincente 5 a 1 sobre o Goiás, que fizeram deste Corinthians o melhor mandante da história dos pontos corridos até aqui - foram dez vitórias em dez jogos. A única ameaça continua sendo mesmo o fraco desempenho fora de casa.
